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Tecnologias em adjuvantes e aplicativos melhoram resultado de aplicações no campo

02.07.2018 / Todas / 0 Comentários

Na agricultura moderna e competitiva, os agricultores devem estar cada vez mais atentos às inovações, e trabalhar para evitar custos maiores, perdas de produtividade e buscar rentabilidade. O segredo está em como o produtor trabalha com sua tecnologia de aplicação, que é o “emprego de todos os conhecimentos práticos e científicos que proporcionem a correta colocação do produto biologicamente ativo no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica e com o mínimo de contaminação de outras áreas” (Matuo, 1990).

Para se conseguir uma aplicação com qualidade, dependemos da interação de muitos fatores capazes de influenciar o resultado, podendo destacar condições ambientais, características da calda de pulverização, regulagem e calibração dos pulverizadores e o tipo de ponta de pulverização utilizada.

No momento da formulação da calda, o primeiro passo e não menos importante é garantir que a água utilizada é de boa qualidade, possuindo características desejáveis, como pH adequado, uma baixa dureza também é desejável, a fim de evitar quedas de eficiência de ingredientes ativos por sequestro de moléculas, além de ser uma água livre de colóides do solo, evitando a ligação dos mesmos aos ativos dos produtos, inativando-os. Nestes casos de baixa qualidade da água, a Rizobacter posiciona o Rizospray Corretor Sequestrante, um produto que une características capazes de trazer segurança na preparação da calda e manutenção da qualidade da água, sendo capaz de baixar o pH de águas alcalinas,  tendo alto poder de sequestro de cátions responsáveis pela dureza, além de evitar a ligação das moléculas dos defensivos junto aos colóides do solo, tudo isso com um grande poder tamponante, evitando um pH muito baixo na preparação da calda e afetando a compatibilidade de produtos.

O princípio básico da tecnologia de aplicação é a divisão do líquido a ser aplicado em gotas (“processo de pulverização”), multiplicando o número de partículas (gotas) que carregam os princípios ativos em direção aos alvos da aplicação. Desta maneira, desprezando-se em princípio os riscos de perdas e deriva, quanto menor o tamanho das gotas geradas, maior o número de gotas disponíveis para uma determinada quantidade de líquido, ampliando-se assim a probabilidade de se atingir os alvos. É por esta razão que as aplicações com gotas mais finas apresentam maior potencial de cobertura dos alvos quando utilizadas em condições climáticas e operacionais adequadas. Uma ponta não produz um único tamanho de gota durante o processo de pulverização.

O espectro de gotas gerado é uma mistura de gotas de todos os tamanhos, com maior concentração de gotas próximas ao diâmetro mediano volumétrico (DMV). O DMV é o diâmetro da gota do espectro que divide o volume pulverizado em duas metades: 50% do volume têm gotas menores do que o DMV e 50% do volume pulverizado têm gotas maiores do que o DMV. De acordo com normas técnicas internacionais, as gotas produzidas por uma ponta são classificadas como “muito finas”, “finas”, “médias”, “grossas” e “muito grossas” (em algumas normas existe também a classe “extremamente grossa”).

A classe de tamanho de gotas é um bom indicativo da capacidade da pulverização em cobrir o alvo e penetrar na massa de folhas. Gotas menores possuem melhor capacidade de cobertura (oferecem maior número de gotas/cm²), assim como propiciam maior capacidade de penetração, e são recomendadas quando é necessária boa cobertura e boa penetração. Entretanto, gotas menores podem ser mais sensíveis à evaporação e aos processos de deriva.

O tamanho da gota deverá ser determinado dependendo do tipo de produto que será aplicado (herbicida, fungicida ou inseticida). Em caso de aplicação de herbicidas, dessecantes, onde a cobertura não é fator limitante, devido à ação sistêmica do produto, é essencial usarmos gotas maiores para evitarmos a deriva.

Durante a aplicação, alguns fatores podem determinar a interrupção da pulverização. Correntes de vento, por exemplo, podem arrastar as gotas numa maior ou menor distância em função de seu tamanho ou peso. A temperatura e, principalmente, a umidade relativa do ar, contribuem para a evaporação rápida das gotas.

As condições ideais para a pulverização são: Umidade relativa do ar: mínima de 50%; Velocidade do vento: 3 a 10 km/h; Temperatura abaixo de 30º C. Estes limites devem ser considerados de acordo com a tecnologia de aplicação que será utilizada, adotando-se a classe de gotas mais segura dentro dos limites de cada situação.

Levando em consideração os grandes períodos de aplicação durante a safra agrícola, nem sempre é possível operar em condições adequadas mantendo uma boa qualidade de aplicação, e é por isso que a Rizobacter realiza estudos e desenvolve adjuvantes com formulação exclusiva. Para levar ao produtor rural o que há de mais avançado em tecnologia de aplicação hoje no mundo, que além de proporcionarem benefícios à lavoura, potencializam a sua produtividade.  

O produto da Rizobacter que se destaca em tecnologia é o óleo premium Rizospray Extremo, que possui uma formulação exclusiva à base de óleo vegetal metilado e organosilicones, garantindo uma melhor qualidade na aplicação com gotas finas até mesmo em condições climáticas adversas, devido ao excelente poder antievaporante do óleo vegetal, protegendo cada gota pulverizada. O óleo vegetal metilado juntamente com o organosilicone, além da proteção das gotas, garante uma maior uniformidade do tamanho de gotas geradas, uma maior cobertura do alvo e uma melhor absorção dos ativos pelas plantas devido à sua afinidade com as ceras cuticulares, melhorando muito a absorção estomática dos produtos e trazendo segurança para o produtor em caso de risco de chuvas próximas a área aplicada.

Em conjunto aos produtos, softwares meteorológicos e aplicativos auxiliam o produtor a melhorar a eficiência das aplicações agrícolas. É o caso do SprayGuru, mais uma inovação desenvolvida pela Rizobacter. O aplicativo localiza você, captura dados meteorológicos e processa-os para fornecer o nível de evaporação em tempo real, verifica os cartões hidrosensíveis, arquiva-os para análise detalhada e compartilha-os por e-mail ou redes sociais.

Conheça mais sobre estas e outras tecnologias para potencializar sua aplicação, em www.rizobacter.com.br.


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